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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Primeira gestão municipal - Primeiros atos administrativos

                                        
Manoel Rodrigues de Oliveira, o cidadão esperancense que foi escolhido para seu o primeiro preifeito de Esperança, um mês depois da emancipação do municipio. Era o começo do Sec. XX. Estávamos vivendo a primeira República. Na Vila de Esperança, o homem mais importante do novo municipio assumia os destinos do novo municipio. Assumiu o compromisso de dar os primeiros passos administrativos da cidade. Foi justamente no último dia do mês de dezembro de 1925, trinta dias após a emancipação. O fato ocorreu no edificio do paço municipal. A história não registrou onde se situava o edifico do passo municipal, pois, o novo municipio não tinha ainda o prédio da prefeitura. O compromisso se deu perante a autoridade judiciária do Termo da Comarca de Areia, PB., o Dr. João Marinho da Silva. Na mesma ocasião, assumiu também o compromisso de sub-prefeito, perante a mesma autoridade, o cidadãoTeotonio Tertuliano da Costa, também homem de prestígio no meio social do municipio.
                                       Como primeiro ato administrativo de Manoel Rodrigues foi a Portaria de nº 01, de 31 de dezembro de 1925 a escolha do Secretário Geral da Prefeitura, o sr. Teotonio Cerqueira da Rocha. De imediato, foi formando o primeiro Quadro de servidores do munícípio. O cidadão João Gonçalves de Lima foi o primeiro Fiscal Geral do Municipio, por Portaria datada de 02 de janeiro de 1926. Nesta mesma data, nomeou o sr. José Saturnino de Araujo, para exercer o cargo de Fiscal e Zelador do povoado de Areial.
                                      Dando sequencia à formação do Quadro de servidores municipais, nomeou o sr. José Donato Filho, para exercer o cargo de Auxiliar de Procurador das Rendas Municipais, completando a lista dos primeiros servidores; nomeou o sr. Sebastião Nicolau da Costa, para exercer o cargo de professor municipal do Pintado. Deduzimos que, com a nomeação do primeiro professor naquela localidade rural, também estaria instituindo a primeira escola do municipio. Logicamente que, como primeiro administrador do municipio, teria que se preocupar com as finanças.

O PRIMEIRO DECRETO MUNICIPAL.

                                    O Decreto nº 01,de 02 de janeiro de 1926, dispôs sobre o orçamento do municipio, adaptando-o ao orçamento de Alagoa Nova, vez que, o municipio recem-criado pertencia à juridição daquele municipio do brejo.
No mês de fevereiro do mesmo ano, foi criada, por decreto, a cobrança do imposto rural. Foi a primeira norma municipal instituindo imposto no município.

A PRIMEIRA PRESTAÇÃO DE CONTAS DO MUNICÍPIO.

                                   Na sua gestão, foi feito o primeiro balancete, datado de 15 de julho de 1926, em cujo teor especificava toda a prestação de contas da administração, os atos administrativos de nomeação de servidores, de criação da primeira escola na localidade do Pintado (hoje Distrito do Pintado). Esta prestação de contas foi dirigida ao Presidente João Suassuna.
Assim, foram dados os primeiros passos addministrativos do municipio de Esperança.
Manoel Rodrigues de Oliveira exerceu seu mandadto até o mês de fevereiro do ano de 1929.

  

terça-feira, 10 de julho de 2012

FFatos e Fotos que fizeram a historia de Esperança



Fatos que fizeram a historia de Esperança. Na imagem, ao lado, vemos o documento hitórico que representa o início da história político-administrativa de Esperança. O primeiro passo posterior à emancipação política do nosso município. Data de 31 de dezembro de 1925, no edificio do passo municipal, pelas 13,00hs, perante a autoridade única do novo município, o Juíz Municipal do Termo de Esperança (Termo da Comarca de Areia), o Dr. João Marinho da Silva. Então foi escolhido o cidadão Manoel Rodrigues de Oliveira, comerciante, pecuarista, proprietário de terras e de vários imóveis na Villa de Esperança. No mesmo ato, assumiu também o compromisso de ser Sub-Prefeito, o cidão Theotonio Tertuliano da costa, tabém comerciante. O Termo foi redigido por outro cidadão, o Sr. Teotônio Cerqueira da Rocha, na condição de Secretário do Conselho da Villa. Verifique-se que, logo após o Ato de Emancipação de Esperança, dentro do primeiro mês posterior ao Ato, foi formado um Conselho Municipal, com o fim de tomar as primeiras iniciativas administrativas da então Villa. Não se tem documentado quem participou do Ato de assunção ao poder dos dois cidadãos.O cidadão Manoel Rodrigues de Oliveira era proprietário da Loja Ideal, no centro da cidade, onde hoje funciona Almeida Construções. Também o cidadão Theotônio Tertuliano da Costa era proprietário da Loja das Noivas, ambas situadas na antiga Av. Senador Epitácio, hoje, Avenida Manoel Rodrigues Oliveira, em homenagem póstuma ao mesmo.
                                                                       

quarta-feira, 11 de julho de 2012



                                                Foto de Noêmia Rodrigues (filha de Manoel Rodrigues de Oliveira)

FAMÍLIAS QUE CONTRIBUIRAM COM O DESENVOLVIMENTO DE ESPERANÇA

Dentro do quadro de publicações a serem enfocados, êste, "Famílias que Contribuiram com o Desenvolvimento de Esperança", apresentamos, agora, uma filha ilustre de Esperança, que tão cedo se ausentou de sua terra natal, para viver noutras plagas distantes do convívio familiar. Noêmia Rodrigues, filha do primeiro prefeito de Esperança, foi residir em São Paulo, na década de 50, depois da morte de seu pai. Era solteira, quando saiu de Esperança, residia na Av. Manoel Rodrigues de Oliveira, artéria principal de nossa cidade, num casarão que, lamentavelmente foi destruido, apagando a memória de grandes fatos históricos do município.
                                              Chegando a São Paulo, adotou uma filha de que não temos notícias. Casou e lá enviuvou. Nunca mais voltou a Esperança. Noêmia era uma mulher de boa presença, vaidosa, elegante e bonita. Pela foto, podemos contemplar a figura que ela era. Antes de viajar, vendeu todos os móveis deixados pelos seus pais, móveis esses antigos, de madeira de lei (macacauba), cristaleira e penteadeira com espelhos e vitrais de cristal. O casarão construido no começo do século passado, que residia aqui em Esperança, tinha jardim interno, piso de mosaico e paredes com azulejos portugueses. depois de destruido,em seu local constuiram o prédio do Banco do Brasil, que todos nós sabemos. Isso já significava o descaso para com a memória do municipio.
                                              Com a destruição daquele imóvel, houve uma grande movimentação contra a derrubada do casarão. O Dr. João de Deus Melo, reprentando o Patimônio Histórico da Paraiba empreendeu esforços, convocou a imprensa falada, televisada e escrita, no sentido de impedir a perda daquele patrimônio. Ficou sòzinho na luta. E casarões e prédios históricos de Esperança tombaram diante dos olhos de todos.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Esperança, 90 Anos de Sua Emancipação Política.

Fatos e Fotos Que Fizeram a História de Esperança
 Primeiras Autoridades do Municipio de Esperança - de pé, Coronel Elizio Sobreira e Inácio Rodrigues. Sentados, Manoel Rodrigues e Teotonio Tertuliano da Costa
Casa Residencial do Primeiro Prefeito de Esperança

Esperança, nesta data, 1º de Dezembro de 2015, completa 90 anos de emancipação política. A data é histórica e significativa para o municipio. Hoje, terça-feira é feriado municipal, instituído por lei municipal. Essa Lei só passou a existir, na década de 60, quando o gestor era Luiz Martins de Oliveira.

Tudo aconteceu muito lentamente. O Primeiro prefeito, Manoel Rodrigues de Oliveira só tomou posse no dia 31 de dezembro de 1925, juntamente com o vice-prefeito Teotônio Tertuliano da Costa. Isso nos faz entender que a data é alusiva ao ato governamental, oficializando a emancipação do município, que era pertencente a Alagoa Nova.

Não significa dizer que, pelo fato de ter sido emancipado o nosso município, em 1º de dezembro de 1925, a administração municipal começo efetivamente naquela mesma data. Como tudo era mais difícil, em termos de tecnologia, para aparelhamento da máquina administrativa, Esperança continuou se espelhando pelo município de Alagoa Nova, principalmente, no que tange às contas públicas, isto é, o balancete e, pouco tempo depois, o prefeito assinou decreto, determinado que as prestações de contas do município fossem regidas pelas de João Pessoa, posso dizer melhor, copiadas do sistema da capital.

Assim, o município, lentamente, foi tomando rédea. Só no começo da década de 40, passou a ter feição de cidade independente, na prática.

Vejamos como os atos administrativos eram lentos, demorados: Dois anos depois, no ano de 1927, foi criada a primeira escola noturna. O prédio da prefeitura foi inaugurado em 07 de setembro de 1937, já sob o comando da segunda gestão, com o Sr. Tetônio Tertuliano da Costa. O primeiro reservatório de água do município foi inaugurado pelo então Interventor Federal, Ruy Carneiro, no ano de 1941.(Reservatório 16 de Agosto); A primeira Escola Pública Estadual, Grupo Escolar Irineu Joffily, foi inaugurado na segunda metade da década de 30. A primeira praça da cidade foi inaugurada na década de 40 ( Praça Getulio Vargas). A energia elétrica em 1959,  o primeiro hospital-maternidade, em 1960, o saneamento de água, o sistema de telefonia, estrada asfaltada, no começo da década de 70.

Hoje, Esperança é um município que polariza uma região, tem um comercio desenvolvido, industria, dezenas de escolas municipais, é sede de um Pelotão da Policia Militar, além de contar com cinco bairros e três Distritos, com uma população de mais de 31 mil habitantes.



sábado, 17 de novembro de 2012

A Casa de Manoel Rodrigues - Um Pedaço da História que Se Foi


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança

Foto da Antiga Residencia do Primeiro Prefeito de Esperança - Manoel Rodrigues de Oliveira 

Foto do Prédio da Agência do Banco do Brasil de Esperança


                                A foto acima relembra um fato histórico da nossa cidade,  um pedaço do passado da historia de Esperança vivida no seu começo. Alí, naquela primeira foto acima, dentro daquele casarão ocorreram fatos da historia esperancense.
                                Alí, residia o prefeito da cidade de Esperança e sua família, até a sua morte ocorrida no começo da década de 50.

                                Temos a impressão de que a historia de Esperança ficou vagando no espaço, existindo apenas na lembrança de algumas pessoas, ainda vivas, testemunhas dos fatos históricos que não foram guardados, mas destruidos.

                                Vê-se na segunda foto, em cores, o edificio do Banco do Brasil desta cidade, no lugar do histórico casarão do saudoso Manoel Rodrigues. Existe uma grande diferença entre os dois edificios: O Primeiro narra a história do nascimento de uma cidade. O segundo narra a história do descaso para com as coisas da cidade. Temos a impressão de que o povo da nossa cidade não gosta de guardar a sua história, ou, a outra impressão é de que não conhecem a historia do seu berço natal. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A Casa de Manoel Rodrigues e o Cinema - Um ponto de Atração para a Cidade.


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
 Foto da Década de 60 - O Cinema - Ponto de Encontro e de Fotos
Foto da Década de 60 - Imponência dos Dois Prédios - A Casa de Manoel Rodrigues e o Cinema


                               A elegancia e a Imponencia dos prédios do centro da cidade de Esperança, a antiga residencia do ex-prefeito Manoel Rodrigues de Oliveira e o novo cinema da cidade - Cine São José.

                               O Cinema, como um novo prédio e uma nova atração para os esperancenses da década de sessenta, servia de ponto de encontro para os namorados, os jovens registrarem fotos. Era para nós um ponto turístico. Todos os jovens queriam fotografá-lo e fotografar-se.

                                Na primeira foto, em preto e branco, jovens que, hoje, são cidadãos idosos: Da esquerda para a direita, Babil -  In Memoriam - José Alves - Chico Lima - Assis de Dona Maria Raquel, irmão da professora Lízias e seu Dedim. Essa foto era, com certeza, num dia de domingo, pois, só o domingo era escolhido como dia ideal para passear pelas ruas da cidade e tirar fotos.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Esperança e Sua Vocação Para o Desenvolvimento Econômico


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
 Cópia de Um Comunicado ao Presidente João Pessoa Pela Criação de Um Banco em Esperança
(Ano de 1.929)
Foto da Agencia do Antigo Banco Real em Esperança (Década de 70)

                           O Municipio de Esperança sempre teve uma inclinação, posso dizer mais precisamente, vocação para o desenvolvimento econômico. Na foto acima, constatamos que pouco tempo depois de sua emancipação política, os homens que estavam à frente dos negócios e dos destinos do municipio tomaram a iniciativa de criar um Banco - Banco Agro Comercial de Esperança.

                          O documento a que alude tal iniciativa foi assinado pelo cidadão Teotônio Tertuliano da Costa, então segundo prefeito da cidade, cujo comunicado fôra dirigido ao Presidente do Estado, Dr. João Pessoa, no dia 19 de agosto de 1.929, enfatizando a constituição da diretoria que ficou formada assim: Diretor Presidente: Teotonio Costa, Diretor Gerente, Manoel Rodrigues, Secretário, professor Salles de Albuquerque, e, ainda, como Conselho Fiscal: Lycerio de Almeida, Ignacio Rodrigues e Teotonio Rocha. Suplentes: Antonio Coelho, Francisco Bezerra e Sebastião Lima. Vogais: Severino Affonso, José Souto e Saturnino Alves Ferreira. Não se tem registro de que a referida entidade funcionou em que lugar desta cidade.

                         Mais tarde, no final da década de 50, foi instalado o Banco do Comercio de Campina Grande, nesta cidade, onde hoje funicona a Loja Veste Bem, na Av. Manoel Rodrigues de Oliveira. Era realmente o inicio de uma fase da historia econômica de Esperança.

                        Na Década de 70, foi instalado o antigo Banco Real, onde hoje funciona o BRADESCO, no Calçadão do centro da cidade, não indo muito longe, com a crise economica por que passava o País. Concomitantemente, foi instalada uma Agencia do Banco do Estado da Paraiba - PARAIBAN,  onde funciona o INSS. Hoje, Esperança está servida de três Agencias Bancárias: Brasil, Caixa Economica Federal e Bradesco.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Teotonio Cerqueira da Rocha - Primeiro Promotor de Esperança


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
 Foto de Teotonio Cerqueira da Rocha


Termo de Posse de Teotonio Cerqueira da Rocha
Primeiro Promotor de Esperança.

Teotonio Cerqueira da Rocha não era esperancense, filho de Rio Grande do Norte. Seus pais, riograndenses do norte, eram Auxenio Josaphat da Rocha e Dona vulpiana coelho Cerqueira Rocha. Particpou intensamente da vida social de esperança, presenciando os fatos mais importantes do nosso municipio. Nasceu no ano de 1887, quando esperança ainda não existia como municipio independente.
No dia 29 de novembro de 1929, quando contava 42 anos de idade, assumiu a promotoria adjunta deste municipio, época em que Esperança ainda nao era comarca, era Termo da Comarca de Areia e pertencia ao muncipio de Alagoa Nova. Aquele ato de posse e compromisso do cargo que estava assumindo, aconteceu na residencia do Dr. Orlando de Castro Pereira Tejo, Juiz Municipal deste Termo (Comarca de Areia), cujo cargo teve a nomeação do então Presidente do Estado da Paraiba, Dr. João Pessoa Cavalcante de Albuquerque, por Decreto de nº 1.608,  de 18 de novembro do ano de 1.929, como se vê do documento acima.

Seu Teotônio Rocha era casado com Dona Lidia Fernandes, então diretora do Grupo Escolar Irineu Jofilly, desta cidade de Esperança, em primeiras núpcias. Enviuvou e continuou tendo a mesma vida social intensa, participando de todas festividades sociais de Esperança.

Algum tempo depois, conheceu Dona Maria de Lourdes Rocha, com quem casou e dessa união conjugal teve dois filhos: Temar Cerqueira da Rocha e Teotonio Cerqueira da Rocha Filho.

Durante sua intensa vida social, por ser muito querido no seio social esperancense, gozando de grande conceito como cidadão estabilizado neste muncípio, era convidado para marcar quadrilhas juninas, em todos as épocas de festas de São João. Participava das festividades sociais no antigo Esperança Clube. 
Era proprietário de dois imóveis, o residencial e um comercial, onde funcionava a antiga Coletoria Estadual, na Av. Manoel Rodrigues de Oliveira e, como espaço de lazer, comprou uma propriedade de terras,com trinta hectares, localizado na região de Lagoa Verde de nosso Municipio.

Seu Teotonio faleceu no dia 07 de agosto de 1967, aos 80 anos de idade.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Cine São Francisco na História de Esperança

Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança

Foto do Extinto Cine São Francisco

Foto do Proprietário do Cinema
Francisco Celestino da Silva (Titico)

                    Quem viveu a época do Cine São Francisco, com certeza, vai recordar alguns fatos que passarei a narrar neste momento. Pra começo de historia, o Cinema era a única casa de diversão da cidade de Esperança. Localizado no centro da Av. Manoel Rodrigues de Oliveira, onde, hoje, é situada a rede farma.

                    Nos ídos anos 40 até a década de 60 teve a sua historia pautada em apresentações de grandes filmes, enquanto, também, servia de casa de apresentações de grandes artistas de nome nacional.
                   
                   O Cinema não era apenas um cinema, mas, ao mesmo tempo, era um ponto de covergência das famílias, nos finais de semana. Era a única opção dos casais de namorados, aos sábados e domingos à noite, sempre depois da missa, isto é, às oito da noite.

                  O prédio, como casa de lazer, dispunha de um serviço de auto-falante (difusora), para tocar as músicas que faziam sucesso. O locutor oficial era Everaldo Cavalcante. O Cinema possuia uma discoteca variadíssima. Devo salientar que os cantores daquela época, romanticos, sentimentais, eram: Nelson Gonçalves, Carlos Galhardo, Chivo Alves, Orlando Silva, Augusto Calheiros, Dalva de Oliveira, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Alcides Gerardi, Marinês e sua gente, Luiz Gonzaga, Carlos Gonzaga, Tito Made, Carlos Nobre, Roberto Luna e outros, considerados da velha guarda.

                  O Cine São Francisco, como se vê na foto, não era um prédio imponente, não oferecia conforto aos frequentadores, mas, não havia outra opção na cidade. Quando havia apresentação de um filme de ação, Bang-Bang, Policial e outros, afluia pessoas de outras cidades menores, vizinhas, como Areial, Montadas, Remígio, Lagoa de Roça, pessoas essas apaixonadas por cinema. Entre os filmes que ficaram no nosso pensamento, posso relacionar alguns: "A Ultima Carroça", "O Manto Sagrado", Sanção e Dalila, sem esquecer os gandes seriados, das tardes domingueiras: "O Zorro", "A Mulher Aranha", "Doutor Satã", etc. Dentre os cantores que se apreentaram naquela casa de espetáculos, foram: Alcides Gerardi, Luiz Gonzaga, Augusto Calheiros, Orlando Dias e outros.

                 O cinema foi extinto, com o aparecimento do Cine São José, de propriedade do empresário José Pereira da Silva (da Empresa Viação São José). Ficou apenas a saudade.

Que foi seu Titico? Era um homem versátil. Não tinha nenhum curso. Era músico, tocava violino, exímio mecânico, foi vice-prefeito da cidade. Conhecido por todos no municipio de Esperança. Era casado com Dona Juliana Taveira.

                    

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A Farmácia de Pedro Mendes - O Posto Médico de Esperança Durante Décadas


Fatos e fotos que Fizeram a História de Esperança

Foto do Antigo Prédio da Farmácia São Pedro


                                A Farmácia São Pedro, de Pedro Mendes de Andrade, farmaceutico antigo, filho de outro farmaceutico, João Mendes de Andrade, prédio esse situado na avenida central de Esperança, rua Manoel Rodrigues de Oliveira, 52, o endereço certo, por muitas décadas, de toda a população urbana e rural do município, na busca de alívio e alento para suas dores.

                                A Farmácia São Pedro serviu de ambulatório médico, posto médico, para todo o municipio, quando Esperança não tinha atendimento médico-hospitalar público, nem particular. Pedro Mendes era o médico, o enfermeiro, o consultor popular de todos, a toda hora do dia ou da noite. Era farmaceutico por formação, manipulava remédio e vendia até a pessoas de outras cidades.

                                O que facilitava bastante o atendimento era que o farmaceutico residia no mesmo prédio, onde faleceu.

                                Posterior à morte de Pedro Mendes, ficou o seu cunhado, Nelson Andrade de Oliveira, mais popularmente conhecido como "Nelson da Farmácia", onde fez atendimento até a sua morte, na década de 90, vítima de acidente de trânsito, na rodovia que liga Esperança a Campina Grande.

                               Hoje, o antigo prédio não existe mais, pois, foi demolido para a implantação de uma grande empresa, como todos sabem. 

                              

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Julio Ribeiro da Silva - Primeiro Prefeito Eleito de Esperança.

Fatos e Fotos da História de Esperança

 Foto do Prefeito Julio Ribeiro da Silva - 1º Prefeito Eleito de Esperança.

Foto do Edifício da Prefeitura de Esperança (Edificado em 1937)

Como sabemos, o município de Esperança foi emancipado no ano de 1925. Porém, as primeira campanha eleitoral, para a eleição do primeiro prefeito eleito diretamente pelo povo foi no ano de 1947, vinte e dois anos após a emancipação e, dez anos depois da inauguração do edifício, sede da administração municipal, como se vê na foto acima.

Não se tem noticia de fatos concretos da campanha eleitoral, como sejam: Cores de bandeiras, propaganda eleitoral, em fim, regulamento legal de candidaturas e tempo de duração da campanha eleitoral.

Pesquisando junto ao TRE-PB sobre histórico de eleições municipais na Paraíba, não há registro de eleições anteriores no nosso município. Daí,conclui-se que, todos os prefeito que assumiram a administração municipal de Esperança foram nomeados pela interventoria federal do Estado.

Nas eleições municipais de Esperança, no ano de 1947, foram candidatos os cidadãos Julio Ribeiro da Silva e Elias Barbosa Monteiro, como candidatos a prefeito e vice-prefeito respectivamente, Severiano Pereira da Costa e Antonio Nicolau da Costa, a prefeito e vice-prefeito, respetivamente. O primeiro, foi candidato pelo partido da UDN (União Democrática Nacional) e, o segundo, pelo PSD (Partido Social Democrático), tendo sido eleito o Sr. Julio Ribeiro da Silva, com 1.282 (Um mil e duzentos e oitenta e dois) votos e o seu vice-prefeito, com 1.274 votos, representando 50,29% do eleitorado do eleitorado que compareceu às urnas. O segundo candidato obteve 1.267 votos, representando 49,71% do eleitorado votante.

Naquela época, o nosso município tinha 2.522 eleitores. Com a chapa eleita, foram também eleitos os seguintes vereadores: José Firmino dos Santos, pela UDN, com 279 votos. Eustáquio Luiz de Aquino, com 254 votos; Severino Felix da Costa com 216 votos; Fausto de Almeida Souto, com 167 votos; Severino Pedro da Silva, com 164 votos. Eram cinco eleitos que iriam compor a primeira Câmara de Vereadores de Esperança. 

Dentre os candidatos a vereador não eleitos, foram as seguintes pessoas: Manoel Luiz Pereira, Francisco Bezerra da Silva, Manoel Rodrigues de Oliveira, Severino Alcântara Torres, João Cândido da Costa, Euclides Bezerra Cavalcanti, Sebastião Ataíde Neto, Sebastião Victor Guimarães e José Valdez do Nascimento.

A gestão do Sr. Julio Ribeiro da Silva compreendeu o período de 1.947 a 1.951. (Dados do TRE-PB).

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Antonio Lula - Um dos Pioneiros do Açougue de Esperança


Antonio Lula – Um dos Pioneiros do Açougue de Esperança

 

 Antonio de Luna Lins, (Antonio Lula), como era conhecido pela população esperancense, nasceu na Zona Rural de Lagoa Verde, deste município de Esperança, no dia 06 de agosto de 1925, justamente no ano da emancipação de nosso município, era filho de José de Luna Lins e de Joana de Luna Lins, casou com Dona Bernadete Coelho Lins., no ano de 1.955, aos trinta anos de idade, durando essa união matrimonial 57 anos. Da união conjugal surgiram oito filhos: Carminha, Socorro, Marcos, Vilma, Joelson, Toinho, Valtinho e Carlinhos. Esses filhos lhe deram trinta e seis netos e cinco bisnetos.

Tinha como profissão, desde os 15 anos de idade, o comercio de gado, exercendo a atividade de açougueiro ou machante, no mercado publico municipal, quando ainda funcionava na Av. Manoel Rodrigues, até a construção do novo mercado publico desta cidade, no início da década de 60, na administração Arlindo Delgado, motivo pelo qual toda a feira livre de Esperança foi transferida para o local onde hoje funciona.

Vale salientar que Antonio Lula foi um dos fundadores do Mercado Público de São Sebastião de Lagoa de Roça na década de 70, onde exerceu sua função de marchante por vários anos.

Os seus têm a honra de afirmar que Antonio Lula foi um grande homem, marido dedicado e pai exemplar.  Trabalhou durante vários anos para sustentar a família, zelando sempre pelo bem estar e educação dos filhos.

Além de açougueiro, viajava muito pelas cidades da Paraíba para comprar “caminhões de boi”, para vender aos açougueiros da região, como também frequentava várias feiras de gado da região.  Vendia também o “boi abatido” para outras feiras do interior. Ingressou todos os filhos homens na profissão de açougueiro, criador de gado e comerciante de gado vivo. Ainda hoje todos tem esta profissão graças aos seus ensinamentos. Saliente-se que um dos filhos é um grande distribuidor de carnes na nossa região.

 Os filhos homens, apesar dos esforços que não foram poucos para que estudassem, não realizaram os anseios de vê-los formados, já com as filhas ele batalhou para que elas estudassem e assim conseguiu realizar o sonho de vê-las formadas. Carminha é formada em Letras e Direito, exercendo sua atividade de advogada na cidade de Campina Grande, onde reside. Socorro em Gestão de Órgãos Públicos, e Vilma em Administração e Marketing, esta última casada com o grande músico, cantor e compositor Tom Oliveira, residindo também na cidade de Campina Grande.

Antonio Lula tinha uma vida social ativa, frequentava as festividades do CAOBE, onde tinha mesa cativa em todos os eventos, além de fazer passeios com a família para a praia, sítios e cidades circunvizinhas, proporcionando a todos, lazer e uma vivencia feliz.

 Era católico praticante e devoto de Santo Antonio. Assistia as missas e participava de várias atividades da igreja, e ensinou aos filhos a ter respeito e adoração a Deus.
 
 
Familia que Contribui Para o Desenvolvimento de Esperança
 
Comemoração das Bodas de Ouro
 
Suas Filhas na Celebração das Bodas de Ouro
 
 
 
O Convite Missa de Trinta Dias de Falecimento
 

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A Primeira Escola Municipal de Esperança


Fatos e Fotos que Fizeram a  História de Esperança

Cópia do Decreto que Criou a Primeira Escola Municipal de Esperança.


                        Depois de uma batalha para a emancipação do município de Esperança e depois de instalado o governo municipal, na pessoa do então gestor municipal Manoel Rodrigues de Oliveira, o município, ainda uma vila, começou a dar os primeiros passos, tendo as primeiras iniciativas administrativas.

                   Depois de formar o quadro dos primeiros servidores municipais, como ato administrativo,  dando sequência à formação administrativa de Esperança, só dois anos depois de sua emancipação, foi criada a primeira escola municipal através de decreto, o de nº 03, de 25 de novembro de 1927, instituindo uma escola mista noturna. Até então, o município não dispunha de professores, não se sabendo onde deveria funcionar essa escola, nem quem seria o professor ou professora contratado, para tal fim.

                                    Um detalhe a ser esclarecido, quanto ao ato administrativo em comento: Esperança ainda era uma vila, não existia Câmara de Vereadores para aprovar a criação da primeira escola municipal, pois, o prefeito teria que se valer do Ato Formal, o Decreto, para administrar o novo ente público.

                                      Esperança ainda estava ligada a Alagoa Nova de onde se emancipara, adotando diversos atos copiados daquele município, até se firmar e andar com suas próprias pernas. Por exemplo, o balancete era copiado daquele município.

                                                Note-se que, ao criar a primeira escola, o texto do decreto determinava que escola seria mista e noturna, porém, sem determinar a quantidade de vagas, nem fazia alusão aos recursos a serem aplicados para o funcionamento da entidade escolar.

                                                 Vale salientar que o município de Esperança passou a respirar como verdadeiro município emancipado, administrativa e politicamente, dez anos depois, quando na segunda gestão, sob o comando de Teotônio Tertuliano da Costa, na primeira metade da década de 1930, quando edificou o passo municipal - o edífício da prefeitura, no centro da cidade, onde funciona, hoje, o INSS. A passos de tartaruga o município foi tomando fôlego

                                                     

  

                              

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Primeiro Balncete do Municipio de Esperança, há 90 Anos.

Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança


Cópia do Primeiro Balancete do Município
datado de 31 de dezembro de 1926.


Como já havia publicado em outras postagens sobre atos administrativos do nosso
município, essa postagem que agora publico, sobre a primeira prestação  de contas da prefeitura de Esperança, cujo documento completará 90 anos, no próximo dia 31 do corrente mês.

É um documento histórico que nunca foi publicado. Pois, naquele longínquo dia, 31 de dezembro de 1926, fôra prestada, oficialmente, as contas públicas do recém municipio emancipado.

Um fato interessante que me chama a atenção é que foi elaborado pelo então secretário do prefeito, o sr. Theotonio Rocha, primeiro secretário municipal do municipio de Esperança.

Focando cada ítem daquela prestação de contas, nota-se que, quase tudo era pago pela prefeitura,com rendimentos dos parcos impostos e taxas arrecadados durante todo o ano. Senão vejamos, alguns detalhes mais interessantes das despesas pagas com o erário municipal foram pagamento de telegramas oficiais, despesas com a delegacia de policia, despesas com o reservatório de água, o tanque do governo como assim ficou conhecido, aumento da rede elétrica até a rua São Sebastião, compra de uma bandeira nacional, despesas com a posse dos conselheiros municipais; utensílios para o carrocilho (carroça de lixo), despesas com o posto profilático (posto de saude), despropriações de casas velhas, confecção de placas para o ano de 1927, selos para documentos e um relógio para o Conselho.

Assim, diversos fatos ficaram omissos ao publico durante os primeiros anos de administração pública municipal. Vale salientar que, por Decreto do Prefeito, Manoel Rodrigues de Oliveira, adaptou o balancete municipal ao do município de Alagoa Nova.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Utensílios Domésticos Usados por Nossos Antepassados


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
 Utensílios Domésticos Usados por Nossos Antepassados

Coleção de Talheres Antigos
                                   Através de todos os tempos, o ser humano criou instrumentos e ferramentas
para o seu dia, para as suas tarefas cotidianas, com o fim de facilitar a vida.
                                  Diversos instrumentos foram criados, porém, existem, entre êles, peças de uso 
doméstico sobreviventes e aposentados. Os utensílios que mais sobreviveram ao tempo veem 
à mente, toda vez que pensamos em cozinha: Garfo, faca, colher e panela. Esta surgiu em 10.000 a.C,
na América do Sul e representou uma revolução nutricional à humanidade; se, antes, os povos utilizavam conchas, cascos de tartaruga e até mesmo estômago de animais para preparar os alimen-
tos, foi graças à panela rudimentar que o homem percebeu que podia usar a água para cozinhar, esquentar e amolecer o consumo de alimentos até então não duros demais para serem consumidos.
                                   A faca, de origem etíope, surgiu antes mesmo do fogo. era multiuso, pois além de servir de arma, cortava em pedaços os alimentos que os dentes não podiam triturar. Curiosidade: algumas das leis da etiqueta à mesa, surgiram na França, para evitar que acidentes acontecessem no manejo da faca nos banquetes da aristocracia.
                                   A colher surgiu provavelmente três séculos antes da era cristã. Antes dela, eram utilizados galhos e conchas para se alimentar de líquidos e substâncias pastosas.
                                    O garfo seria o caçula deste time de sobreviventes, pois apareceu no século XI, já na Europa. Havia muito preconceito quanto ao seu uso, já que seu formato é análogo ao tridente do diabo, e a Idade Média levava mais a sério os símbolos religiosos. A superstição caiu abaixo quando os italianos passaram a utilizar o garfo para a macarronada, e o costume foi logo associado à nobreza: costumava-se a comer macarrão com a mão, o que, após a popularização do garfo, ficou associado às classes baixas.
                                 Conclui-se que o mundo inteiro passou a usar os instrumentos de uso doméstico, talheres, garfos, facas e panelas, sendo cada povo com seu estilo e sua criatividade.
                               Aqui, no Nordeste, mais, especificamente, onde vivemos, a Paraiba, usamos ainda as panelas de barro (cerâmica), em diversas modalidades e modelos que, servem até de ornamento, Diversos restaurantes, aqui na Paraiba utilizam panelas de barro, pratos e outras peças, como atração para turístas. 
                             Uma das famílias mais tradicionais de nossa cidade, a título de exemplo, posso citar a do primeiro prefeito de Esperança, Manoel Rodrigues de Oliveira que usava em sua residencia peças rústicas feitas artesanalmente, como cadeiras, cristaleiras e faqueiros em prata pura, jarras e jarros típicos daquela época.



sábado, 17 de novembro de 2012

O Nascimento da Rua José de Andrade - Centro de Esperança

Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança

Foto da Derrubada de Casas no Centro de Esperança para a Abertura da Rua José de Andrade 
(Década de 60)
Foto da Atual Rua José de Andrade - Novembro de 2.012

                            Na década de 60, em Esperança, houve dezenas de desapropriações por parte do poder público, a prefeitura municipal, com o fim de fazer abertura de avenidas no centro da cidade, dando início à expansão urbana do municipio.

                            Vê-se na foto acima a derrubada de algumas casas antigas na AV. Manoel Rodrigues de Oliveira, na década de 60, fazendo a abertura de umas das maiores avenidas da cidade, a José de Andrade. Com a abertura da rua José de Andrade, o poder público quis, também, fazer homenagem a uma das famílias tradicionais do nosso municipio, a familia Andrade, que muito contribuiu, com o seu trabalho, para o desenvolvimento econômico da cidade.

                            A segunda foto nos apresenta a Avenida José de Andrade, atualmente. Essa rua, hoje, dá acesso a vários bairros e a cidades vizinhas, onde se situa um dos bairros residenciais mais elegantes da cidade.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Budega, o Sistema Comercial em Decadência - Seu Pedim, o Rei do Queijo.


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
Foto da Mercearia de "Seu Pedim" o Rei do Queijo - década de 50.

Eis aí o retrato do sistema comercial das décadas de 50 e 60. A mercearia não tinha razão social, mas isso não era interessante para a população. Era o sistema de "budega" que predominava em todo o Nordeste brasileiro, principalmente nos recantos interioranos da nossa Paraiba.

A budega não tinha nome, mas recebia o nome dado pelo cliente que era o nome do dono daquele negócio. Eram dezenas de budegas espalhadas por quase todas as ruas de Esperança. No centro da cidade, situavam-se as budegas mais equipadas,consideradas modernas,"Chiques", como a budega de seu Pedim, onde se encontrava o melhor queijo da região,vindo do Sertão e da região caririzeira. Queijo de Qualho e Queijo de Manteira, manteiga de garrafa e tantos outros produtos que atraiam a melhor freguesia da cidade.

Seu Pedim, como era conhecido, Pedro Alves Sobrinho, nascido na região de Lagoa de Pedra deste município. logo cedo seus pais vieram morar na cidade, instalaram-se na avenida principal, a Manoel Rodrigues de Oliveira, residiram alí, até a extinção de seus pais, todos casaram e foram residir fora de Esperança. Todos viveram do comercio, mercearias, porém, seu Pedim teve maior destaque, desenvolveu no ramo de cereais.

A foto em destaque, apresenta-nos uma noção de como era organizado aquele sistema comercial, hoje, em decadência, face ao aparecimento do sistema de supermercado. Seu Pedim, do lado direito, e seu irmão, Alfredo, do lado esquerdo, de chapeu, trabalhavam juntos. Todos faleceram, e com eles, o sistema comercial. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

José Ramalho da Costa - Prefeito em Exercício no Ano de 1960.

Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança

Cópia da Ata de Transmissão de Poder a José Ramalho


Um fato histórico que muita gente de Esperança tomou conhecimento, porém, não se lembra mais.
Esse é um fato ocorrido no dia 03 de março de 1960, completando justamente 55 anos.
Arlindo Delgado, prefeito recém-eleito, viaja ao Rio de Janeiro para tratar de assuntos de interesse do município, para dar vez e chance ao vice prefeito tomar posse posse e administrar o município por algum tempo.

A solenidade de transmissão do poder municipal aconteceu no salão nobre da Prefeitura, contando com a presença de pessoas da sociedade esperancense, políticos e autoridades daquela época. Estavam presentes, além do prefeito e do vice, o Secretário Geral da Prefeitura, o professor José Nivaldo, o padre Manoel Palmeira da Rocha e o deputado estadual Francisco Souto Neto, bem como, os vereadores eleitos: Antonio Nogueira dos Santos, exercendo o cargo de presidente da câmara, Militina Rodrigues de Almeida, a mais antiga parteira de Esperança, Nelson Andrade de Oliveira (Nelson da Farmácia), Francisco Apolinário, eleito pela comunidade de Areial, Antonio Veríssimo de Souza, eleito pela comunidade de Montadas. Vale relembrar que Areial e Montadas pertenciam ao município de Esperança, tendo pois, dois representantes na Câmara de Vereadores. 

Estavam ainda presentes, Maria da Guia Costa, esposa do vice prefeito José Ramalho, Luiz Martins de Oliveira, ainda sem cargo público, Antonio Coelho Sobrinho, O Exator Federal, Heráclito Mendes da Silva e, por fim, a servidora municipal Adalgisa de Luna Sobreira.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A juventude dos anos 60

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Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança


Foto da Década de 60 ( Jardim do Ginásio Diocesano)
Cem de seu Tutú, Pedrinho Cacuruta, João de Patrício, Geraldo Cunha Rego, Edmilson de seu Dedé Carteiro, Armando Barbosa de Areial) e Lapada.(falecido)

                                        No início da década de 60, os jovens tinham pouca opção de lazer em Esperança. Só restava o dia de domingo, para que, aqueles que possuíam  máquina fotográfica, saiam no domingo à tarde, a passearem pelas calçadas do centro da cidade, essencialmente, a rua Manoel Rodrigues de Oliveira. A cidade não tinha o que tem hoje. Saíamos bem vestidos, de calça, sapato social e camisa bem engomada, cabelos penteados. Aonde sempre íamos? Ao Ginásio Diocesano para fazer fotos, sentar nos batentes do colégio, ir ao matinê do Cine São Francisco e depois, fazer um lanche na Sorveteria de seu Dedé.
                                              Na foto acima, podemos observar que nenhum fumava, nem tinha vício algum. Nessa época, não se falava em maconha, nem droga de espécie alguma, nem nos reuníamos para beber, como fazem hoje.
                                                  Essa era a época em que todos tinham hora para almoçar, lanchar e jantar, hora para dormir e hora para acordar. O Ginásio Diocesano era uma grande família. Todos se conheciam e todos conheciam cada família, isto é, os pais de cada um.
                                                     Essa era a época da cidade pacata, das grandes festas de São João, das Festas de Padroeira animadas e dos carnavais de batucadas, escolas de samba, blocos de índios, desfiles pelas ruas da cidade. Quem viveu, sabe, tem recordações e historias para contar.
                                                          

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Foto das maiores autoridades do município de Esperança na década de 30



Trata-se dos seguintes cidadãos: De pé,da esquerda para a direita, Coronel Elísio Sobreira ( Patrono da Polícia Militar da Paraiba), Inácio Rodrigues de Oliveira. Sentados, da esquerda para a direita: Manoel Rodrigues de Oliveira e Teotonio Tertuliano da Costa.