segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Procissão da Semana Santa, Devoção que Permanece


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
Imagem da Procissão da Sexta-Feira Santa - Década de 70

                             
                                A Semana Santa em nossa cidade sempre comoveu milhares de pessoas em nosso municipio, com a tradicional procissão do Senhor Morto, pelas principais ruas da cidade. A devoção ainda continua atravessando décadas e mais décadas.

                                Vê-se, ao fundo da foto, que a avenida principal da nossa cidade, ainda não tinha diversos prédios que hoje estão reformados. Dezenas de pessoas que, na foto aparecem, já faleceram, outras ainda permanecem com a mesma devoção.

                                Havia forte obediencia às solenidades litúrgicas, sob a adminsitração do Monsenhor Manoel Palmeira da Rocha. Cumpria-se severamente o jejum, respeitando a programação religiosa da Semana Santa, vizívelmente, e os católicos deixavam transparecer com atitudes e comportamento. Atavés dos anos, esse tempo preparatório para a Páscoa vem tomando nova feição.

segunda-feira, 18 de março de 2013

O Colegio Estadual, Lembranças da Páscoa - Década de 80


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
 Celebração da Páscoa dos Estudantes do Colegio Estadual Monsenhor José da Silva Coutinho
(década de 80)
Os Estudantes do Colegio Estadual Celebrando a Páscoa - (década de 80)

                        A Páscoa sempre foi celebrada com solenidade, com festividade. A direção da Escola Estadual Mon. José da Silva Coutinho de nossa cidade, com o intuito de ser uma casa educativa, respeitando opiniões e tedencias religiosas, programava paa todo o alunado a celebração da Páscoa.

                        Na década de 80 (oitenta), há mais de trinta anos, a Paróquia de Esperança era administrada pelo então Pe. José de Ribamar, como se vê na foto acima, um dos principais momentos da celebração.

                       Mais de trinta anos depois, recordamos, através das fotos, aqueles felizes momentos em que muitos dos alunos, quando eram crianças e adolescentes, participavam da vida do colégio. Agrande maioria daquele alunado que não se encontra mais nesta cidade, recordam com certeza, a sua infancia e a sua juventude. Vale apena aos que visitarem esta página, para se verem nas fotos.

                   

terça-feira, 12 de março de 2013

Capitão Morais, Um Delegado que Veio para Ficar.


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança


Foto do Capitão Morais - Presença Marcante nas Solenidades Cívicas de Esperança

                 Não houve, na historia de Esperança, uma figura humana mais marcante e presencial em todos os momentos da vida social do que o Capitão Morais (Severino Cordeiro de Morais). Cidadão esse chegado a Esperança no início da década de 60, para servir como delegado de policia.

                 Chegou a esta terra com as fitas de sargento, por isso, ficou popularmente conhecido como "Sargento Morais". Radicou-se em nosso municipio, familiarizou-se e integrou-se à sociedade esperancense, a ponto de casar e constituir família. Por vários anos, continuou exercendo o cargo de delegado. Fôra transferido algumas vezes para servir em outras cidades da Paraiba, porém, mesmo assim, sempre marcava presença, nesta cidade em que escolheu para fixar-se como um cidadão nato que amava a sua terra.

               Foi promovido a tenente, ficou conhecido durante bastante tempo, como "Tenente Morais". E, por ultimo, foi promovido a Capitão. Capitão Morais terminou seus dias em Esperança, como delegado de Polícia. Tinha prazer em ser delegado de Esperança.

               Na foto acima, ao lado das demais autoridades, no palanque armado em frente ao cinema São Francisco, prestigiava o desfile do dia sete de setembro, no início da década de 70. Hoje, em homenagem ao cidadão, ao delegado desaparecido tragicamente, foi homenageado com a denominação de uma das ruas da cidade: Rua Capitão Severino Cordeiro de Morais.

                 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Chico de Pitiu - Amante do Futebol Amador


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança


América Futebol Clube - Começo da década de 60

                              O início da historia do futebol em Esperança contou com a figura de Chico de Pitiu (Francisco Claudio de Lima), co-fundador do América. Apaixonado por futebol, principalmente, pelo América, a ponto de chegar a escrever parte da historia do nosso futebol, com o livro intitulado de "50 Anos de Futebol", focalizando, essencialmente, o futebol amador.

                              Na foto que vemos acima, a de Chico de Pitiu, como era conhecido popularmente, mas, na verdade, alí, naquela foto, já era o Bel. Francisco Claudio de Lima, graduado em Direito pela Universidade Federal da Paraiba, nos anos 80.

                              Na segunda foto, contando de cima para baixo, Chico de Pitiu, jovem, jogando futebol pelo São Cristovão, time esse que serviu de base para a formação do América, nos ídos anos 40. Com o surgimento do América, ficou extinta a equipe do São Cristóvão. Na foto a que faço referencia, há um equivoco quanto aos nomes mencionados, pois, estão Piaba, Antonio Batista, Gilvan e Chico de Pitiu.

                             Na última foto, a equipe do América, time amador, uma das melhores formações da época, todos apaixonados pelo América. De pé, da esquerda para a direita: Manoelzinho, João Augusto, Griu, Erasmo, Gata, Licinho, Edmilson e Moleque. Agachados, da esquerda para a direita: Neude, Jurinha, Zé de Zuca, Gilvan, Ruivo e Chico de Pitiu.

                             Vale lembrar que Chico de Pitiu, além de ser um dos fundadores do América, passou a ser, por muitos anos, um dos membros da diretoria do América, bem como, um dos diretores do CAOBE. Teve uma vida social intensa, participativa, enquanto era funcionário da antiga Fundação SESP, em Esperança.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Irmã Lúcia, Uma Holandesa ensinando inglês aos Paraibanos.


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
Irmã Lucia Nos Seus Ultimos Dias Em Esperança
Irmã Lucia Quando ensinava Inglês no Ginásio Diocesano de Esperança - 1.965


                    O Ginásio Diocesano de Esperança - fruto dos frutos do trabalho de Monsenhor Manoel Palmeira da Rocha. Concluiu o Prédio e instalou a Escola. Era a década de 60, mais precisamente o ano de 1965, quando concluíamos o antigo Curso Ginasial. Eramos doze, cinco homens e sete mulheres, como vemos na foto acima. A professora de inglês, Irmã Lúcia, a mais querida entre os nossos professores.

                     Concluir o curso ginasial era mesmo que colar gráu na universidade, em vista da alegria e do prazer de terminar uma fase dos estudos no Colégio.

                     Irmã Lúcia, a nossa professora de inglês, ensinava a inglês sem saber falar português. Nãosabia ainda distinguir ou usar as palavras femininas ou masculinas, como acontece com todo estrangeiro que chega ao Brasil. Um fato engraçado: As carteiras da sala de aula comportavam dois alunos em cada uma. Quando a professora mandava ler um texto em Inglês, dizia, agora, vocês duas leiam! Era motivo de uma boa risada, por que na carteira estavam dois rapazes.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O Carnaval dos anos 50 e 60 em Esperança


Fatos e Fatos que Fizeram a História de Esperança
Foto do Carnaval de Esperança na Década de 60

                                 Nas décas de 50 e 60, Esperança teve os seus melhores carnavais. A foto acima nos dá uma visão do centro da cidade em pleno carnaval. Uniam-se a alegria do povo, o interese na participação popular e a vocação festeira, para que tudo desse certo. Era um carnaval sem dinheiro. O povo ia para as ruas. Havia uma enorme criatividade na formação de pequenos blocos fantasiados, escolas de samba, charangas, papangús, alaursa, bloco de índios e o famoso corso, como se vê na foto. Não faltava o confete e serpentina nos bailes de clubes.

                                Havia a liberação do uso de lança-perfume nas quatro noites de bailes animados com orquestra de frevo.O carnaval, além de ser uma festa popularíssima, havia o costume de pequenos blocos visitarem as casas de famílias que gostavam de recebe-los e preparavam bebida e comida. Era um carnaval original, sem imitações de outros costumes regionais, como existe hoje.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bloco de Moças no Carnaval de 80


Fatos e Fotos que Fizeram a História de Esperança
Foto de Bloco Carnavalesco de Moças de Esperança - década de 80


                            Velhos carnavais que não voltam jamais. Esperança sempre teve um carnaval animado, com participação da juventude e das famílias que gostavam da folia de rua. A cada ano o carnaval em Esperança foi mudando, tomando novo aspecto, recebendo influencia dos carnavais de outros Estados, a exemplo do carnaval da Bahia. A juventude vem sempre predominando na feitura do Carnaval de Esperança.

                            As moças formavam pequenos blocos e batucadas, interpretando sambas enredos, usando fantasias criativas, indomentárias programadas que davam uma feição toda especial ao carnaval. O carnaval se aproxima, isto é, já estamos no clima de folia.